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Movendo-se com facilidade: aulas do Método Feldenkrais para pessoas com osteoartrite

  • há 22 horas
  • 1 min de leitura

Robert Webb; Luis Eduardo Cofré Lizama; Mary P. Galea

Resumo

Objetivo:Investigar os efeitos das aulas do Método Feldenkrais sobre a marcha, o equilíbrio, a funcionalidade e a dor em pessoas com osteoartrite.

Desenho do estudo:Estudo prospectivo com medidas realizadas antes e depois da intervenção.

Local:Comunidade.

Participantes:Amostra de conveniência composta por 15 adultos residentes na comunidade com osteoartrite, com idade média de 67 anos, que participavam de aulas do Método Feldenkrais.

Intervenção:Uma série de aulas do Método Feldenkrais, realizadas duas vezes por semana durante 30 semanas.

Principais medidas de desfecho:Foram utilizados os seguintes instrumentos e avaliações:

  • Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC) — escala de avaliação da osteoartrite das Universidades Western Ontario e McMaster;

  • Human Activity Profile (HAP) — Perfil de Atividade Humana;

  • teste de subir escadas;

  • teste de caminhada de 6 minutos;

  • Timed Up and Go (TUG) — teste de levantar-se, caminhar e retornar;

  • Four Square Step Test (4SST) — teste dos quatro quadrados para avaliação do equilíbrio e da mobilidade;

  • análise da marcha;

  • avaliação da qualidade de vida (AQoL — Assessment of Quality of Life).

Resultados:Os participantes apresentaram melhora no Four Square Step Test (4SST) e em alguns parâmetros da marcha.

Além disso, os participantes relataram uma maior facilidade para se movimentar.

Conclusões:Uma série de 30 semanas de aulas do Método Feldenkrais, realizadas duas vezes por semana, mostrou-se viável em um contexto comunitário.

As aulas resultaram em melhorias no desempenho no Four Square Step Test e em mudanças nos padrões de marcha.

 
 
 

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