Movendo-se com facilidade: aulas do Método Feldenkrais para pessoas com osteoartrite
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Robert Webb; Luis Eduardo Cofré Lizama; Mary P. Galea
Resumo
Objetivo:Investigar os efeitos das aulas do Método Feldenkrais sobre a marcha, o equilíbrio, a funcionalidade e a dor em pessoas com osteoartrite.
Desenho do estudo:Estudo prospectivo com medidas realizadas antes e depois da intervenção.
Local:Comunidade.
Participantes:Amostra de conveniência composta por 15 adultos residentes na comunidade com osteoartrite, com idade média de 67 anos, que participavam de aulas do Método Feldenkrais.
Intervenção:Uma série de aulas do Método Feldenkrais, realizadas duas vezes por semana durante 30 semanas.
Principais medidas de desfecho:Foram utilizados os seguintes instrumentos e avaliações:
Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC) — escala de avaliação da osteoartrite das Universidades Western Ontario e McMaster;
Human Activity Profile (HAP) — Perfil de Atividade Humana;
teste de subir escadas;
teste de caminhada de 6 minutos;
Timed Up and Go (TUG) — teste de levantar-se, caminhar e retornar;
Four Square Step Test (4SST) — teste dos quatro quadrados para avaliação do equilíbrio e da mobilidade;
análise da marcha;
avaliação da qualidade de vida (AQoL — Assessment of Quality of Life).
Resultados:Os participantes apresentaram melhora no Four Square Step Test (4SST) e em alguns parâmetros da marcha.
Além disso, os participantes relataram uma maior facilidade para se movimentar.
Conclusões:Uma série de 30 semanas de aulas do Método Feldenkrais, realizadas duas vezes por semana, mostrou-se viável em um contexto comunitário.
As aulas resultaram em melhorias no desempenho no Four Square Step Test e em mudanças nos padrões de marcha.
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